Este final de ano foi tão corrido, com tantas coisas para mostrar que foquei devendo algumas das mesas decoradas da exposição do D&D Shopping!!! Infelizmente a exposição acabou, para ver ao vivo, só mesmo esperar o ano que vem, já que o evento é anual e sempre traz coisas lindas!!!

Mas vamos as mesas de hoje, já que em época de festas e produções, como é o final de ano, referências nunca são de mais, não é?!

Hoje, as mesas que representam o documento que marca a fundação da Nova Zelândia; a festa do Sol no Peru; o Festival do Nômades na Nigéria e a festa de São João do Porto, festa popular portuguesa.

NIGÉRIA – CUREE SALEE / FESTIVAL DOS NÔMADES por JOÃO MANSUR em homenagem a ELAINE MICKLEY

“Ao pensar nesta mesa, me inspirei em um agradável e elegante jantar para a minha querida homenageada, seu marido e um casal de amigos sob uma tenda, após um longo dia de safari!!!”

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A FESTA

O Cure Salee, ou Festival dos Nômades, é uma reunião anual entre os povos nômades Tuareg, que habitam regiões do deserto do Saara e interior da África do Norte, e os Wodaabe, pastores nômades que ocupam parte da Nigéria e da África Central.Cure Salee significa Cura pelo Sal, em uma referência aos depósitos de sal no deserto do Saara onde costumam descansar e as curas com base no mesmo sal que ocorrem durante o festival.

A ambientação inspirada nos costumes nômades tem destaque para o tapete e uma paleta de cores que remete aos tons do deserto, com destaque para os trabalhos em metal, tecidos pensados para se proteger do sol e almofadas finamente decoradas.

A festa, que ocorre nas duas últimas semanas de setembro, tem duração de três dias e, para os dois povos, é essencial para a troca de notícias, renovação de amizades e um momento para cantar, dançar, contar histórias e participar de competições. Um dos pontos altos, é o famoso Guérewol, onde os jovens solteiros pintam seus rostos e, com vestimentas tradicionais, cantam e dançam para chamar a atenção das moças em busca de maridos.

NOVA ZELÂNDIA – WAITANGI DAY por STUDIO COSTA MARQUES em homenagem aos astros de HOMENS GOURMET

“A inspiração para nossa mesa foi o modo de viver descontraído do povo neozelandês! É um país realmente alegre, irreverente, de natureza rica e diversificada, com praias, campos, montanhas e até geleiras! A Nova Zelândia, em suas tradições, alia costumes do povo Maori aos hábitos de todos os povos que escolheram este lindo país como morada. Para as festas, uma boa reunião de família e amigos em um delicioso “barbecue” (churrasco) no jardim, em um parque ou a beira-mar! Este espírito jovem e irreverente é o mesmo de nossos homenageados: Carlos Bertolazzi, Dalton Rangel, Guga Rocha e João Alcântara. Homens Gourmets!” 

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A FESTA

Waitangi Day, ou Dia de Waitangi, é celebrado no dia 6 de fevereiro e representa a oficialização do Tratado de Waitangi, considerado o documento fundador da Nova Zelândia, em fevereiro de 1840. O tratado garantiu terras à população Maori (nativa do local) e tornou a Nova Zelândia parte do Império Britânico. Esta data passou a ser chamada de Dia da Nova Zelândia.

A decoração de tema neozelandês sempre traz elementos da cultura Maori, como as estampas em fortes cores como preto, vermelho e laranja, os desenhos inspirados nas famosas tatuagens Maoris e objetos que remetem à natureza e ao ar livre, com base em materiais como madeira e fibra de coco.

A festa, que já foi foco de protestos de ativistas Maori que apontam diferenças entre a tradução do documento e se ressentem do domínio britânico, tem como costume os discursos calorosos, debates públicos, espetáculos de canto e dança maoris, exibição das famosas tatuagens e uma reencenação da assinatura do tratado, com a presença das wakas (canoas) tradicionais do país.

PERU – INTI RAYMI / FESTA DO SOL por DENISE MONTEIRO em homenagem a AMANDA FRANÇOSO

“A minha inspiração para participar do Mesas Decoradas foi uma viagem feita pelos Andes Peruanos, na qual retrato uma das maiores festividades do mundo conhecida como “A Festa do Sol ou Inti Raymi”. A comemoração celebra o Deus solar Mithra e o Inty Raymi, que é um ritual secular onde a mãe terra e os elementos da natureza colaboram para uma boa colheita, trazendo prosperidade e renovação a todos. Minha homenageada é a apresentadora Amanda Françoso, que ilumina as pessoas e o ambiente que a cerca, assim como deus Mithra: o sol.”

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A FESTA

IntiRaymi, em dialeto quéchua quer dizer Festa do Sol e tem origem nos rituais religiosos incas em homenagem a Inti, o deus sol. A festa, que acontece no dia 24 de junho, data do solstício de inverno, acontece nos arredores da cidade de Cuzco na fortaleza de Sacsayhuamán.

A padronagem de cores fortes onde o azul e o rosa se sobressaem pede um contraponto no artesanato peruano, repleto de trabalhos em metal e louças pintadas à mão, além de referências aos deuses incas na decoração.

Na antiga celebração original, o rei inca se reunia na praça com toda sua família, trazendo consigo dois jarros de ouro cheios de chicha (bebida fermentada a base de milho). Descalça e de joelhos e braços abertos para esperar o sol, a família real recebia o astro-rei jogando-lhe beijos, seguindo depois com seu povo ao templo para celebrar o deus Inti.

Hoje em dia a festa faz sucesso graças a uma grande reencenação com milhares de figurantes nas ruínas de Sacsahuman, com direito a cortejos, roupas de época, o rei chegando de liteira e invocação ao deus solar, incluindo o (falso) sacrifício de duas lhamas.

PORTUGAL – FESTA DE S. JOÃO DO PORTO por DEBORAH BASSO

“São João do Porto é o cheiro, a gente, a poesia popular e a paixão eternizada pela alegria dos cravos.”

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A FESTA

São João do Porto é uma festa popular portuguesa que tem lugar de 23 para 24 de junho na cidade do Porto. Oficialmente, trata-se de uma festividade católica em que se celebra o nascimento de São João Batista, mas a festividade tem origem bem mais antiga: era uma comemoração da fertilidade associada à abundância das colheitas.

Na festa não faltam símbolos e tradições, como por exemplo os vasos de manjericão enfeitados com versos populares e os alhos-porós simbolizando o masculino (hoje substituídos por martelos de plástico), usados para brincar de bater nas cabeças dos transeuntes que passam (especialmente do sexo feminino) e os ramos de cidreira simbolizando o feminino, usados pelas mulheres. No décor português também não podem faltar os famosos azulejos e pratos pintados a mão e símbolos típicos como o galo.

São característicos também o lançamento de balões de ar quente, os tradicionais saltos sobre as fogueiras espalhadas pela cidade e as sardinhas grelhadas assim como os fogos de artifício à meia-noite.

(imagens:divulgação)